Trabalho de Campo em Ouro Preto

Visita orientada a Ouro Preto proporcionou uma imersão na história brasileira

Visitar a pitoresca cidade de Ouro Preto nos permite a incrível sensação de estarmos inseridos nas páginas dos livros de história do Brasil. Poucos municípios brasileiros acumularam tantos fatos históricos relevantes à construção da memória nacional como este vasto município.

O Colégio Maximus – Unidade Palmares, trabalhando de maneira interdisciplinar o conteúdo de História, Filosofia e Sociologia, lecionado pelo professor Bruno César Gusmão, o conteúdo de Língua Portuguesa e Literatura, lecionado pela professora Alexsandra dos Santos Sousa, e o conteúdo de Química, lecionado pela professora Débora Ribeiro Alves, realizou, com os alunos do Ensino Médio, uma visita à histórica cidade de Ouro Preto.

Durante a visita, os alunos vivenciaram e interpretaram a realidade colonial de Ouro Preto, utilizando como suporte orientador as teorias desenvolvidas e aprendidas em sala de aula. Os estudantes puderam conhecer o patrimônio histórico e artístico local, percebendo e compondo o complexo cotidiano da sociedade colonial mineira. O aspecto arquitetônico, a arte sacra, a exuberância dos templos católicos do século XVII e XVIII, a relação entre o ciclo do ouro, a escravidão, o colonialismo e o poder foram ressaltados, norteando os estudos sobre a história do período colonial brasileiro. Outros aspectos estudados foram os elementos químicos e a nomenclatura dos metais presentes no museu, observando o estado bruto em que se encontravam o minério de ouro e suas impurezas. Exploraram também a mina Chico Rei, compreendendo o processo de extração do ouro.

“Ir a Ouro Preto com os alunos e descobrir que vários deles ainda não conheciam a cidade reforçou a importância de visitas e passeios extraclasse, como forma de associar a teoria aprendida à prática, gerando uma formação identitária, além do reconhecimento de processos e contextos históricos sociais. Foi um trabalho de campo muito produtivo, repleto de conhecimento e novas descobertas”, relatam os professores responsáveis pela visita.