MINIONU – A questão árabe israelense

Estudo, pesquisa, capacitação e aprofundamento sobre análises políticas e a simulação de conflitos internacionais marcam o MINIONU 2018

As possibilidades de enriquecimento histórico-social que um projeto como o MINIONU, desenvolvido com os alunos do 8º ano do Ensino Fundamental do Colégio Maximus – Unidade Santa Luzia, oferece vão além de estudos sobre análises políticas, formação dos Estados Nacionais e a simulação de conflitos internacionais. A concretização do Projeto MINIONU trabalha valores, tais como o respeito ao próximo, o estabelecimento de novos laços políticos, a importância da interatividade com as diferenças, a autoconfiança e, acima de tudo, a intenção de poder fazer a diferença no mundo. Além disso, as discussões propostas, como as questões de Direitos Humanos, de Direito Internacional e os problemas de segurança, dentre outros, são de extrema importância, uma vez que são problemas que afetam a humanidade no geral.

A preparação para a simulação do Comitê Especial de Descolonização da ONU – MINIONU foram dois meses de muito estudo e pesquisa. Com orientação dos professores de Filosofia, Geografia e História, os alunos foram instruídos e capacitados para o aprofundamento do tema, recebendo indicações de vídeos e textos complementares de apoio sobre a política do Comitê ONU em questão.

Dessa forma, os alunos tiveram a possibilidade de estudar as características de cada cultura e como diplomaticamente cada Nação se posiciona mediante os países que fizeram parte de sua história, seja de forma construtiva ou com retratação, por guerras, colonizações, perseguições a povos e religiões. Assim, analisando as consequências que do passado se fazem presentes, contribuindo para um desenvolvimento social, político e econômico problemático e enraizado em situações, vividas anteriormente, cada aluno pôde representar um país e dentro do Comitê apresentou soluções que favoreceram o contexto do país representado. Os alunos se caracterizaram com vestimentas e adornos, enaltecendo a cultura da Nação e tornando o projeto mais realista, como de fato, ocorre na ONU.